Estava uma maçã meia mordida, perdida ali na mesa da sala, eu pego nela e como-a. A D. olha para o caroço e pergunta.
- Mãe comeste a minha maça? (Com ar muito admirado)
Eu envergonhada, nada disse e escondi a cara. Ela conlui:
- Mãe tu és malandra! (Com ar muito chateado)
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